Costumava ser o primeiro pensamento do meu dia.
Entretanto, hoje não passa de uma singela lembrança,
da qual gosto de me lembrar,
da qual gosto de me deleitar.
Lembranças do que éramos antes de nos aproximar.
Antes de ser tocada pelo seu primeiro olhar.
Antes de escutar suas doces palavras
e de delirar nas suas primícias.
Mas pergunto-me: Será que você possui essas lembranças?
Será que sente o fervelhar florescer das faíscas?
Será que seus olhos mostram a'lma?
Será que ainda existe essa vivalma?
Não seria uma novidade se me respondestes não.
A novidade seria se me respondestes o contrário.
Então entenda. Não fico correndo atrás,
porque já corri... A muito tempo.
Enfim. O que eu quero lhe dizer
é que não te amo, mas te quero
com tamanha intensidade que me pergunto, se não é amor.
Devaneios Indolentes
Believe you can fly!
segunda-feira, 15 de fevereiro de 2016
quinta-feira, 17 de janeiro de 2013
Virada
Bastou uma pergunta pra relembrar tudo aquilo que você me fez sentir, apenas uma pra fazer perceber quanto tempo eu dediquei e ainda dedico à você, só não me peça pra explicar o porque disso tudo.
Um dia você disse "Porque sempre estarei com você minha eminho" (tirando a parte que eu não sou emo) o porque eu não me lembro, na verdade eu não lembrava disso até você me falar por sms que: "Sempre sabemos por onde começar, só basta pensar um pouco", pois então, pensei, (minha cabeça praticamente explodiu) e resolvi revirar o meu twitter, e encontrei coisas que nada, nem o Apocalipse Zumbi irá apagar, mas não foi o bastante, então resolvi olhar um pouco o orkut, (tive que tirar o pozinho dele) rever alguns depoimentos que me deixou, alguns comentários nas fotos que ainda restam, e foi ai que surgiu uma frase que me chamou muita atenção: "quando ta triste, tenta enganar todo mundo , ficando alegrinha", bom isso é verdade, a única pessoa que eu não conseguia enganar era tu, porque você por mais estranho que pareça, sabia o que acontecia dentro da minha cabeça, dentro do meu coração.
Revi algumas cartas, algumas fotos, algumas memórias, alguns vídeos que estão no youtube, para que eu admita o que eu nunca quis admitir: voltei a ser quem eu era antes de te conhecer, não sei como e nem o porque que a vida me pregou essa peça, mas simplesmente aconteceu, fui levada pela maré da raiva que fiquei quando você me falou o que te deixou triste naquele dia e resolvi que assim que chega-se em casa tiraria satisfação e no final a onda bateu em meu peito como um cimento, fazendo com que eu cai-se e quando cai descobri que não tinha ninguém pra me ajudar a levantar, descobri que estava sozinha e que tinha que enfrentar aquela situação. Chorei, dia após dia, sem ninguém notar, sem ninguém perguntar o que realmente estava acontecendo, pois todos achavam que eu estava bem porque eu estava sorrindo e isso não era verdade.
Hoje estou de pé, com a cabeça erguida, porém a sua falta ainda é grande e sempre vai ser, porque ninguém é substituível. Posso dizer que virei a página, na verdade, posso dizer que comecei a escrever outro livro, não do zero porque isso está completamente fora dos meus planos, mas com páginas novas, páginas limpas e você, quer dizer, para você sempre terá espaços nelas, para quando você quiser voltar.
segunda-feira, 15 de outubro de 2012
Dia dos Professores
Mesmo que eu passe um ano inteiro escrevendo o que todos os professores que me deram a oportunidade de ter tido aula com eles fizeram por mim, eu não conseguiria, pelo menos não em um ano, mas isso vou deixar para depois. Por hora vou escrever sobre as coisas que mais me marcaram durante a minha aprendizagem até hoje.
Quando eu dei os meus primeiros passos na Educação Infantil conheci uma professora (cujo o nome não me lembro) que me ensinou a ter cuidado e carinho por tudo aquilo que eu faço e sempre me orgulhar das coisas que fiz. Depois, entrei no Ensino Fundamental I e foi ai que descobri que teria que estudar, ou melhor, que iriam me ensinar a estudar (porém, até hoje eu não pratico) e foi a professora Érica, que anos depois se tornou a diretora mais amada da escola que me ensinou, mesmo porque com o aumento de matérias eu teria que me organizar. Alguns anos depois, dividiram a terceira série, e tive a sorte de ter ficado com a professora Roberta que até onde me lembro, sempre me elogiava por ser uma boa aluna (apesar de nunca ter feito as lições de casa, na verdade nunca gostei disso, pra mim não deveria existir lições de casa) ela sempre foi muito gentil comigo, principalmente em matemática.
Fui parar no Ensino Fundamental II (o inferno começou), praticamente enlouqueci com tantas matérias, mas em troca tive grandes aprendizados, como: Responsabilidade e Organização (apesar de até hoje eu travar uma batalha incansável com a organização), mais foi isso que a professora de inglês Clara me ensinou. Depois veio o Ensino Médio (foi ai que descobri que o Fundamental II era só o purgatório), mais matérias e com isso muito mais experiências.
Aprendi a sentir, a compreender a Literatura, o poema, como se ele não tivesse mais ninguém no mundo exceto eu. Foi isso que a professora Jussara me permitiu (tudo bem que só fui fazer isso agora), aprendi a ter paciência com os números, as equações e as teorias, apesar delas nunca terem gostado de mim (na verdade sou eu que não gosto delas, mas aprendi a conviver com elas), entretanto acredito que quem teve a paciência maior foi a professora de matemática e física, a Roberta. Aprendi que as coisas sempre podiam estar piores com o professor Ed (ele nunca soube desenhar um mapa mundi na lousa e foi por isso que ele também me ensinou a usar a imaginação) e é claro, como pude me esquecer das equações de química (na verdade não tem como esquece-las, só por causa do professor Rogério).
Entrei na Faculdade e me deparei com um cenário totalmente diferente (eu realmente me assustei, mas depois do inferno acredito que não tenha mais nada né, ou seja, ai eu já estava toda queimada), contudo encontrei três professores que se juntariam nesse meu grupo seleto (que são mais de dez), são eles; Sidnei, Solange e Wedja (espero que tenha escrito o nome certo), porque eles me ensinaram que não é preciso "se matar" para se preparar uma aula, ou até mesmo uma apresentação, porque o que você vai falar só você sabe, ou seja, eles me ensinaram a ter segurança, a ter firmeza em tudo aquilo que eu for falar.
Enfim, queria escrever sobre cada professor(a) que tive, mas como já mencionei antes, não conseguiria nem se eu fica-se um ano inteiro escrevendo todos os dias cada experiência que cada um de vocês me proporcionaram. Então, é com um enorme carinho que desejo a todos os meu professores (e quem sabe colegas de trabalho, ta bom, vou parar com as piadas, pois já está tarde) um Feliz Dia dos Professores!
segunda-feira, 16 de julho de 2012
Jenny e o Morango
Quem nunca se sentiu como a tartaruga da foto, querendo pegar algo do mesmo tamanho, ou até mesmo maior? Pois é... É desse jeito que estou me sentindo, mas não resolvi escrever sobre mim, na verdade nem sei o que vou escrever (risos) mais vamos lá.
Quantas vezes não encontramos uma certa dificuldade para conseguir obter algo e não sabemos por onde começar? Assim como a Jenny (a tartaruga da foto) que está tentando comer o morango. Apesar disso não podemos desistir, mesmo que não conseguimos "abocanhar" de uma só vez (pode ter certeza que a Jenny não irá desistir), temos que ir com calma, ir devagar mesmo que demore, dias, meses, anos, porque só assim conseguiremos "comer todo o morango".
São Paulo, Brasil
São Paulo, Brasil
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